Colisão de trens de alta velocidade na Espanha deixa 68 mortos
Acidente na linha entre Madrid e a Andaluzia é o segundo em menos de um ano; Israel segue em apuração e a França endurece punições a manifestantes.
Tragédia ferroviária na Espanha
O choque envolveu dois trens de alta velocidade e provocou o descarrilamento de vários vagões. Segundo as informações disponíveis, o acidente teria ocorrido depois que um dos trens parou por causa de uma falha na sinalização.
É o segundo acidente fatal em menos de um ano na mesma linha, com trens das mesmas companhias. Em janeiro, 46 pessoas morreram. O rei Felipe manifestou solidariedade às famílias e reconheceu o trabalho das equipes de resgate. O primeiro-ministro, Pedro Sánchez, visitou o local, chamou de inaceitável a repetição da tragédia e disse que as investigações vão apontar se houve negligência.
Apuração em Israel
A contagem de votos nas eleições israelenses continua e provoca manifestações pelo país. O bloco do Likud, partido do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, aparece à frente com 53, ainda distante das 61 cadeiras necessárias para formar governo no Kneset, que tem 120 membros. O principal rival é Gadi Eisenkot, ex-chefe das Forças Armadas e líder do partido de centro Yashar. Se o empate persistir, os partidos árabes podem ser decisivos. A participação foi recorde, nas primeiras eleições desde o ataque do Hamas, em outubro de 2023.
Punições mais duras na França
O Senado francês aprovou projeto que endurece sanções contra manifestantes que destruírem patrimônio público e comércios, em resposta ao vandalismo registrado nos protestos do último mês. Os integrantes de um grupo que causar depredação poderão responder civilmente e pagar multa de até 10 mil euros. Os senadores também incluíram o uso de drones para fins judiciais, a suspensão de contas em serviços digitais e o aumento de penas de prisão, que podem passar de um para três anos.